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quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Oficina de Botânica no Colégio Imigrante

No dia 22 de agosto as pibidianas Amanda Radatz, Bárbara Cassini, Bárbara Pivotto, Carine Matos, Daniele Andreis e Juliana Molom, do curso de Ciências Biológicas, aplicaram a oficina  de Botânica para as turmas noturnas de segundo ano da escola Estadual de Ensino Médio Imigrante com a professora responsável Eloise Vieira Lima. 
A atividade tinha como objetivo que os alunos conseguissem diferenciar angiospermas de gimnospermas. Após uma discussão sobre o conhecimento prévio dos estudantes sobre essas famílias, as turmas se dividiram em quatro grupos nos quais dois ficavam com a morfologia das plantas e os outros dois ficavam com a parte de reprodução.
As bolsistas levaram alguns exemplares de gimnospermas e angiospermas para ajudarem os alunos a identificar diferenças entre as duas e usarem as plantas na apresentação do trabalho.
Depois de prontos, os cartazes foram apresentados pelos estudantes e avaliados pela professora titular. 

 Estudantes durante o desenvolvimento da oficina de Botânica


Bolsistas de iniciação envolvidos:Amanda Radatz, Bárbara Cassini, Bárbara Pivotto, Carine Matos, Daniele Andreis e Juliana Molom
Escola atendida e Projeto: Escola Estadual de Ensino Médio Imigrante.
Oficina de Botânica
Supervisor\a:Eloise Vieira Lima
Séries atendidas: 2º anos
Número de alunos atendidos: em torno de 70 alunos 
Texto revisado por: Guilherme B. Guzzo
Data de realização: 22/08/2019
Apoio - CAPES - Programa Pibid

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Aula prática sobre tipagem sanguínea

No dia 4 de Outubro as pibidianas Amanda, Bárbara C., Bárbara R. e Juliana, do curso de Ciências Biológicas, acompanharam a prática de Tipagem Sanguínea nas turmas de terceiro ano noturno (309, 307 e 306) no Colégio Estadual Imigrante. A prática tinha como objetivo retomar os sistemas ABO, que foram introduzidos pela professora titular, compreender como é realizado o teste de tipagem, entender para que é feita a tipagem sanguínea, e relacionar a teoria com prática através de exercícios. Os estudantes receberam um estudo de caso, foram separados em quatro grupos, nos quais dois grupos correspondiam ao Hemocentro e o restante seria o hospital com os pacientes. Cada grupo recebeu um kit contendo simulações lúdicas de amostras de sangue (leite integral), antígeno-A (água potável) e antígeno-B (vinagre branco). Depois de verificar as amostras e identificar os tipos sanguíneos, eles se agruparam em dois grandes grupos e trocaram informações para completar as tabelas e associar os tipos sanguíneos. Os alunos mostraram-se bem interessados e interagiram bastante durante o desenvolvimento da atividade.



Estudantes durante a prática de tipagem sanguínea realizada no Colégio Imigrante


Bolsistas envolvidos: Amanda Radatz, Bárbara C., Bárbara R. e Juliana Molom. 
Escola: Imigrante.
Séries 3o anos noturnos do Ensino Médio.
Número de alunos: cerca de 60.
Data: 04/10/2019

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

“Manhãs de Cientista” reuniram mais de cem estudantes no Bloco 57

Nos dias 07/10, 24/10 e 08/11, estudantes do oitavo e nono ano do Ensino Fundamental da EMEF Vereador Marcial Pisoni, e do segundo ano do Ensino Médio da EEEM Irmão José Otão participaram de uma série de oficinas no bloco 57 da UCS. As oficinas fazem parte do projeto “Manhã de Cientista”, que tem entre seus objetivos proporcionar situações de aprendizagem para que os estudantes de Ensino Fundamental e Médio possam aplicar suas habilidades de pensamento, conhecimento e criatividade de maneira semelhante ao que fazem cientistas e biólogos quando resolvem problemas em suas tarefas profissionais. 
Ao todo, mais de cem estudantes participaram das Manhãs de Cientista, e a eles foram propostas situações-problema que tratavam de tópicos como a identificação de animais peçonhentos e de mitos relacionados a eles, a análise da qualidade da água, o manejo de animais silvestres encontrados em áreas urbanas, a identificação de animais a partir de seus vestígios, e a importância de agentes polinizadores para as plantações. As oficinas foram conduzidas por onze estudantes do curso de Ciências Biológicas que participam do PIBID, do GEAS e da Liga Acadêmica de Divulgação Científica.
A “Manhã de Cientista” é uma oportunidade de os estudantes do Ensino Fundamental e Médio aprenderem e discutirem ciência enquanto estão imersos no ambiente da Universidade, utilizando o espaço das salas e laboratórios do bloco 57 da UCS para aprofundar os conhecimentos que constroem na escola, e expandindo a sua compreensão de ciência ao pensar sobre novas situações e problemas que são propostos pelos acadêmicos que ministram as oficinas.




Oficina sobre qualidade da água



Oficina sobre identificação de animais a partir de seus rastros e vestígios

Oficina sobre polinização

Oficina sobre animais peçonhentos

Oficina sobre o manejo de animais silvestres encontrados em áreas urbanas


Turma da EMEF Vereador Marcial Pisoni que participou da Manhã de Cientista de 07/10

Turma da EMEF Vereador Marcial Pisoni que participou da Manhã de Cientista de 24/10


Turmas da EEEM Irmão José Otão que participaram da Manhã de Cientista de 08/11



Bolsistas de iniciação envolvidos: Amanda Radatz, Bárbara Pivotto Roncen, Bárbara C. O. Emmer, Juliana Molon de Oliveira
Escolas atendidas: EMEF Vereador Marcial Pisoni e EEEM Irmão José Otão
Séries atendidas: 8º e 9º anos do Ensino Fundamental e 2º ano do Ensino Médio 
Número de alunos atendidos: aproximadamente 100 alunos
Texto revisado por: Guilherme Brambatti Guzzo
Data de realização: 07/10/, 24/10 e 08/11/2019

Apoio - CAPES - Programa Pibid

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Manhã de cientista no Bloco 57 da UCS

No dia 07/10, acadêmicos do curso de Ciências Biológicas da UCS integrantes do PIBID e da Liga Acadêmica de Divulgação Científica ministraram a “Manhã de Cientista” pela primeira vez. Os participantes foram 19 estudantes do nono ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Vereador Marcial Pisoni, de Caxias do Sul. 
O projeto “Manhã de Cientista” consiste em um conjunto de quatro oficinas ofertadas para estudantes do Ensino Fundamental que possibilita a eles investigar diferentes problemas e questões utilizando ferramentas e estratégias parecidas com as que cientistas utilizam em seu cotidiano.
No dia 7, as oficinas trataram de animais peçonhentos, de qualidade da água, de polinização de plantas, e de identificação de animais a partir de seus rastros e vestígios. A “Manhã de Cientista” é uma oportunidade de os estudantes do Ensino Fundamental aprenderem e discutirem ciência enquanto estão imersos no ambiente da Universidade, utilizando o espaço das salas e laboratórios do bloco 57 da UCS para aprofundar os conhecimentos que constroem na escola, e expandindo a sua compreensão de ciência ao pensar sobre novas situações e problemas que são propostos pelos acadêmicos que ministram as oficinas.






Oficina sobre identificação de animais a partir de seus rastros e vestígios




 Oficina sobre qualidade da água



Oficina sobre polinização 



Oficina sobre animais peçonhentos 

 
Participantes da "Manhã de cientista"

A equipe que conduziu a "Manhã de Cientista" 


Bolsistas de iniciação envolvidos: Bárbara Pivotto Roncen, Juliana Moon de Oliveira, Bárbara C. O. Emmer
Escola atendida: EMEF Vereador Marcial Pisoni
Série atendida: 9º ano do Ensino Fundamental 
Número de alunos atendidos: 19 alunos
Texto revisado por: Guilherme Brambatti Guzzo
Data de realização: 07/10/2019

Apoio - CAPES - Programa Pibid


sexta-feira, 20 de setembro de 2019






Aula Prática de Química - pH das Soluções



    No dia 17 de setembro de 2019, os alunos do Colégio Estadual Dona Isabel participaram do projeto LABICI - Laboratório de Ciências da Universidade de Caxias do Sul no campus de Bento Gonçalves, com uma turma de 43 alunos da 2ª série do Ensino Médio.
  Os estudantes participaram da oficina de pH das Soluções Químicas, onde foram divididos em cinco grupos, cada grupo realizou uma sequência de experimentos a fim de determinar o pH das soluções propostas.
O primeiro experimento consistiu em determinar o pH das soluções denominadas A, B, C através da indicação de coloração da fenolftaleína e em seguida pela coloração do papel de tornassol, e com auxílio da fita medidora de pH sendo possível relacionar o valor do pH com a mudança de coloração.
No segundo experimento os estudantes utilizaram as soluções de HCL, NaOH e H2O onde pingaram uma gota de cada indicador a seguir: Azul de Bromo fenol, Alaranjado de Metila, Vermelho de Metila e Fenolftaleína a fim de determinar o pH das soluções através da coloração.
E o terceiro experimento foi a determinação do pH do leite, vinagre, refrigerante, leite de magnésia e detergente utilizando fitas medidoras de pH.


Experimento 1, alunos pipetando soluções A, B, C.

Materiais utilizados na aula prática.


Experimento 2, pingando indicadores de pH nas soluções.

Experimento 3, medindo pH do refrigerante.

Alunas orgulhosas, exibindo os resultados obtidos nos experimentos.



 Ficha Técnica:

Data da atividade: 17 de Setembro de 2019

Turma: 2ª Série do Ensino Médio

Número de alunos atendidos: 43 alunos

Bolsista envolvido: Géssica Dietzmann.

Escola: Colégio Dona Isabel

Local: UCS/CARVI

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Prática sobre assepsia, culturas de bactérias e visualização de protozoários e algas

Nos dias 14 e 16 de maio de 2019, foram realizadas quatro práticas pela equipe do PIBID de Biologia com duas turmas do segundo ano do Ensino Médio do Colégio Estadual Imigrante. A primeira consistia em passar tinta guache na mão de um representante de cada grupo vendado e após, eles deveriam ser conduzidos por outro integrante a lavar as mãos como lavam normalmente. A tinta representou os microrganismos presentes na pele e com isso eles viram a importância da higienização correta e constante das mãos. 
Para a segunda prática, foram utilizadas as culturas de bactérias feitas pelas turmas da manhã de segundo ano do Ensino Médio e os alunos tiveram que visualizar as características das colônias de bactérias que tinham crescido na placa de Petri. 
Na terceira, foi elaborado por uma bolsista do PIBID um infusório, com água da represa que abastece a escola antes do tratamento, pedras, galhos e folhas de árvores. Depois de duas semanas, o infusório foi levado para a aula prática e uma pequena amostra de sua água foi colocada em uma lâmina de microscopia, que depois foi posta sob o microscópio para que os alunos visualizassem os protozoários ali existentes. As acadêmicas do PIBID desenharam no quadro as quatro classes de protozoários e pediram para que os alunos identificassem qual era a classe que eles haviam visto na amostra e qual o seu meio de locomoção. Em um segundo momento, as acadêmicas solicitaram aos estudantes que identificassem pelos desenhos no quadro quais as outras classes e qual o seu meio de locomoção. Por último, foi coletada uma amostra de água de uma represa antes do tratamento e feita uma lâmina para mostrar aos alunos como era uma microalga.

 Estudantes durante a prática sobre assepsia
 Estudantes durante a prática sobre assepsia
Estudantes durante a prática sobre assepsia

 Estudantes durante a prática com microscopia
 Estudantes durante a prática com microscopia
 Estudantes durante a prática sobre microscopia


Bolsistas de iniciação envolvidos: Bárbara Cassini, Bárbara P. Roncen e Daniele Andreis 
Escola atendida: Colégio Estadual Imigrante 
Séries atendidas: 2º ano do Ensino Médio 
Número de alunos atendidos: aprox. 30 alunos por turma
Texto revisado por:  Guilherme Brambatti Guzzo
Data de realização: 14 e 16/05/2019
Apoio - CAPES - Programa Pibid 

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Aula prática sobre cultivo de bactérias e fungos (continuação)

Na última quinta-feira, 09/05, as bolsistas Amanda, Carine e Gabriela estiveram no Colégio Imigrante aplicando a microscopia nas lâminas de fungos, previamente produzidas por demais bolsistas, e mostrando o resultado das placas de Petri com meio de cultura com as amostras coletadas pelos alunos. No laboratório de ciências, foram devolvidas as placas aos seus respectivos grupos para que pudessem analisar o crescimento de microrganismos. Os estudantes concluíram que o crescimento de bactérias foi inferior ao de fungos, e formularam hipóteses explicando o acontecimento.
Em um segundo momento, os estudantes puderam analisar as estruturas reprodutivas (hifas) de bolores e de amostras do gênero ​Penicillium​ e também Conídios. Além de visualizar exemplos pela TV conectada a um dos microscópios, os alunos também puderam observar diretamente dos microscópios. Os resultados visualizados nas placas e na microscopia deverão constar em relatório formulado por eles para posterior entrega à professora.
Amostra do material coletado pelos estudantes observado através do microscópio 

Bolsistas do PIBID de Biologia analisam material coletado pelos estudantes 

 Amostras do material coletado pelos estudantes, e cultivado em placas de Petri

Amostra do material coletado pelos estudantes observado através do microscópio



Bolsistas de Iniciação envolvidos: Amanda Radatz, Carine Matos e Gabriela Alves 
Escola atendida: Colégio Estadual Imigrante
Séries atendidas: 2o ano do Ensino Médio
Número de alunos atendidos: Cerca de 30

Texto revisado por: Guilherme Brambatti Guzzo
Data de realização: 09/05/2019 

Apoio - CAPES - PIBID

segunda-feira, 6 de maio de 2019

Aula prática sobre assepsia e cultivo de bactérias e fungos

No dia 02 de maio de 2019, a equipe do PIBID da Biologia realizou duas atividades práticas com uma turma de segundo ano do Ensino Médio no Colégio Estadual Imigrante: uma sobre assepsia e outra sobre cultivo de bactérias e fungos em placas de Petri. 
A primeira consistia em passar tinta guache na mão de dois estudantes vendados e, depois desse procedimento, eles deveriam lavar as mãos como lavam normalmente. A tinta representa os microrganismos presentes na pele, e com isso os estudantes puderam refletir sobre a importância da higienização correta e constante das mãos. Do mesmo modo que a lavagem superficial e rápida não removeu a tinta das mãos dos estudantes, lavar inadequadamente as mãos no dia-a-dia faz com que muitos microrganismos persistam na pele.
Na segunda prática, os estudantes se dividiram em grupos de quatro integrantes e receberam uma placa de Petri com ágar enriquecido (meio para crescimento) e um Swab para coletar o material com microrganismos e espalhá-lo na placa. Os estudantes então realizaram a coleta em diversos locais da escola e depois retornaram ao laboratório para passar os Swabs nas placas e, posteriormente, observar o crescimento das bactérias e fungos (uma tarefa que será acompanhada por alguns dias após a coleta).



Estudantes durante a prática sobre assepsia 


Estudantes preparando as placas de Petri com o material coletado na escola 


Placas de Petri com o cultivo de microrganismos


Bolsistas de iniciação envolvidos: Amanda Radatz, Bárbara Cassini e Gabriela Alves 
Escola atendida: Colégio Estadual Imigrante 
Séries atendidas: 2º ano do Ensino Médio 
Número de alunos atendidos: aprox. 30 alunos
Texto revisado por: Guilherme Brambatti Guzzo
Data de realização: 02/05/2019
Apoio - CAPES - Programa Pibid